13 dezembro, 2006

Y-toy, The new kid

O Y-toy foi adoptado através do Adopte um porquinho da índia

Já tinha o Cuí há um ano, mas comecei a não ter tanto tempo para ele. Para além disso, os porquinhos são animais sociais, e isso quer dizer que precisam de companhia da mesma espécie. E um, não dá muito mais trabalho que dois.

Como poderia haver o problema do Cuí, mais velho e mimado, aceitar um companheiro, achei mais seguro adoptar do que comprar. E felizmente correu tudo bem :)

"Arranja é uma fêmea, coitado do bicho!" Coitados de mim, da fêmea que ia estar sempre a parir e dos bébés que depois tinham de ter um novo lar.
É muito giro ter animais e ver animais bébés, mas as pessoas esquecem-se por vezes das responsabilidades que isso traz.

Um porquinho é um roedor, e com os roedores facilmente se chega a 100 bébés... Existem tantas situações dessas, especialmente no interior do país, onde as pessoas os têm em capoeiras e não há controlo nenhum nem da natalidade nem muitas vezes da saúde dos porquinhos...

"Ah, depois separavas o macho da fêmea!" Então voltava ao mesmo. Não tinha adoptado um macho para o porquinho ser feliz, mas no fim teria de juntar machos com machos e fêmeas com fêmeas.

Não tenho nada contra as pessoas que optam por um casal porque querem fazer criação ou porque pelo menos uma vez querem assistir ao nascimento de porquinhos, mas quem realmente só quer o seu porquinho feliz e bem acompanhado, arranje uma companhia do mesmo sexo.

1 comentário:

Rui Manuel de disse...

Pois é as pessoas não sabem a responsabilidade de ter um animal!